AUG.: RESP.: LOJ.: SIMB.: VERDADE E JUSTIÇA

O Ir. visitante deseja vir ao Or.?

 

  

Nossa Simbologia às vezes pode ser complexa!!!

 

 

 

PIADA DE BODE

Milas recebe em casa a visita dos irmãos Otaner e Ramehda. A esposa de Milas auxilia na recepção e todos se cumprimentam e se beijam. Com a alegria de sempre, eles se sentam e antes de iniciarem as conversas, Milas pede à esposa:

- “Querida, por favor, peça à Maria que providencie aquele cafezinho três ´efes` – fraco, frio e fedido pra esses dois ´efes` – sorrindo, e antes de aparecer adjetivos maliciosos, completou: “faltantes e fraternos”. Todos riem muito.

Na verdade eles estavam pedindo “cobertura de sala”, temporária, à cunhada. Ela entende muito bem, pede licença e sai. Recomenda à empregada que prepare o café e volta afazer o que fazia antes na saleta anexa: costurar a alça do avental de Milas que havia arrebentado. Enquanto costura vai pensando: “Milas está engordando muito; precisa moderar nesses… Como é mesmo aquela palavra que eles falam? …a..ágape…isso…precisa diminuir esses ágapes semanais”. E a conversa na sala principal e tão alta que chega a ser impossível deixar de ouvi-la.

- “Ontem eu estive na Quinta Essência”, disse Otaner.

- “E ela é da Sereníssima?”, pergunta Ramehda.

- “Lógico, é a 349. Foi uma sessão pra lá de Jota e . Não era Magna, todos estavam de balandrau, mas fizeram a entrada de Past Máster com a abóbada de aço e estrelas. O Veeme comandou uma bateria incessante. Depois esse Filho da Viúva apresentou uma senhora peça de arquitetura. Falou de um obreiro que seguiu para o Oriente Eterno, depois de trabalhar incessantemente nas Pedras Bruta e Polida e considerava o Livro da Lei a obra máxima na Terra”.
Com a agulha e a linha, a cunhada vai unindo novamente a alça do avental, mas, por mais que se esforce, não consegue unir aquelas palavras a um sentido qualquer.

- “E eu estava, na semana passada, na Era de Aquários, lá em Ribeirão”, fala Ramehda. “Eu nunca vi tantas colunas gravadas na bolsa”! Eram pranchas e mais pranchas, muitas prévias, e um pedido de Quit-Placet; todos ficaram surpresos, principalmente as luzes; fiquei com pena do Secretário a medida que o Veeme ia decifrando, ele ia botando tudo aquilo no balaústre. Também fiquei bobo de ver a quantidade de metais no Tronco. “A única coisa que eu não gostei, foi quando eles formaram a cadeia para passar a semestral, eu tive de ficar no Átrio”.

A esposa continua a não entender bulhufas.

- “Mas é claro, se você não é do Quadro…”, argumenta Milas. “Nesse caso não importa quantos degraus você subiu na escada de Jacob. E, falando nisso…”, continua, “em junho participei de trabalhos de banquete, na Seguidores em Cruzeiro. Meti o meu ‘ne varietur’ no livro e nem foi preciso ser trolhado. O betume estava delicioso e a pólvora vermelha estava divina. Fizemos bons fogos. Na bem da Ordem, ou melhor sobre o Ato, falei sobre alguns landmarks e depois agradeci”.

A cunhada já se considerando uma estrangeira, serve o café em silêncio e momentos seguintes os irmãos se despedem e se vão, após o tradicional “Que o Supremo Arquiteto os acompanhe”.

- Querido – pergunta a esposa – Por que vocês não conversam como pessoas normais?”

Milas beija-lhe a fronte e, sorrindo, responde:

- “Porque você é uma linda goteira!”

 

FILHO DA VIÚVA

Um rapaz simpático, educado, de bons hábitos e bem sucedido na vida, exercendo a profissão de caixeiro viajante, resolveu comemorar o seu noivado num restaurante discreto e aconchegante em uma cidade com as mesmas qualidades.

Como já houvesse viajado muito não foi difícil encontrar a cidade ideal. O rapaz partiu com sua noiva e a sua mãe, em direção à cidade escolhida.

Após algumas horas de viagem, chegaram à cidade Pedra Bruta. Hospedaram-se e em seguida o rapaz saiu à procura do restaurante ideal. Era cedo, manhã bonita e calma, andou pelas ruas pacatas e encontrou um restaurante à beira de um riacho: Restaurante 3 Irmãos.
O nome do estabelecimento lhe agradou. Deu, na porta do mesmo, três pancadas. Em seguida uma voz respondeu-lhe às batidas:
- Quem vem lá?
- Sou um cliente que deseja ser recebido. - respondeu o rapaz.
- Pois se assim é, entre.
O viajante entrou e um homem simpático e educado o esperava no salão.
- Bom dia ! - cumprimentou o recém-chegado, e perguntou-lhe:
- Sois garçom?
- Meus clientes como tal me reconhecem.
- De onde viestes?
- De uma cidade chamada São João.
- O que fazes na vida?
- Sou caixeiro viajante. Viajo a negócios e visito Lojas.
- Vens muito por aqui?
- Não muito, esta é a minha 3ª viagem.
- O que quereis?
- Um jantar para 3 pessoas em lugar reservado..
- Que tal entre aquelas colunas? É um lugar bem privativo.
- Parece-me bom. Ficaremos entre elas.
- O que beberão na ocasião?
- Para minha mãe e noiva uma taça de bebida doce. Eu prefiro algo amargo como aperitivo.
- Pode ser whisky?
- Nacional?
- Não, escocês!
- Bem se for antigo eu aceito, mas gostaria que as mesas fossem bem ornamentadas.
- Podemos ornamentá-las com romãs, ficam bonitas e exóticas.
- E quanto às flores?
- Fique tranqüilo, fazemos arranjos com rosas e espigas de trigo.
- Pois então faça! Não poupe nada, quero fartura em abundância. Você estará aqui?
- Sim, trabalho do meio dia à meia noite.
- Bem, pela conversa o atendimento é bom. E o preço?
- O preço é justo e o atendimento é perfeito, mas qual é o seu nome?
- Salomão e o seu?
- Hiram, sou conhecido como "Hiram dos bifes". Meus irmãos também atendem. Um chama-se Emmanuel e o outro José, mas é conhecido por "Zé"
- Você é desta cidade ?
- Não, também fui caixeiro viajante. Gostei tanto desta cidade que na minha 5ª viagem resolvi ficar por aqui. E já faz 5 anos, que acabei comprando este restaurante. Olhe, meu Irmão, no começo foi difícil. Este estabelecimento era mau visto, pois pertencia a três trapalhões chamados: Gilberto, Juberto e Juberton. Fizeram tantas trapalhadas que acabaram assassinados.
- Olhe Hiram, coloque a mesa de minha mãe separada, para haver mais privacidade.
- E o seu pai não vem?
- Não minha mãe é viúva.
- Que coincidência! Eu também sou filho de uma viúva.
- Eu há muito percebi.
- Como se chama sua mãe? Temos cortesia para ela.
- Minha mãe chama-se Acácia.
- Este nome me é conhecido, tivemos uma ótima cozinheira com este nome.
- Bem, eu já vou indo. Logo mais retornarei com elas. Ah! Já ia me esquecendo. Qual é a especialidade da casa?
- Assado.
- Ótimo! É macio?
- Sim, tão macio que a carne se desprende dos ossos.
- Ah, Senhor meu Deus! Que maravilha, não posso perder! O lugar é seguro?
- Sim, temos dois rapazes expertos que cuidam disso. E no salão temos 2 vigilantes.
- Parabéns, o seu restaurante está coberto de qualidades. Salve adorável mestre.

 

INICIAÇÃO - (Léo Ribeiro de Souza)

Meus senhores, permissão.
Pra contar de um sucedido
Que ha tempos passou comigo
Em São Chico, meu rincão.
Afora esse meu jeitão
Dizem que sou boa gente
E por isso, certamente,
Um
amigaço do peito
Convidou esse sujeito
Para um clube diferente.

Começou essa jornada
Quando os filhos de
Hiran
Estacionaram uma van
Em frente a minha morada.
Dei um
thau pra gurizada,
Embarquei na condução,
Que saiu na contramão,
Meio rodando na pista,
Depois me taparam as vistas,
Virou tudo escuridão.

E levaram esse paisano,
Meio as cegas, vê se pode,
Pra um lugar que tinha bode
E um quartinho desumano.
Me chamavam de profano,
Aprontaram umas judiarias,
Porque deixaram essa cria
Sentada por mais de hora
Com um dos ombros de fora
No singrar da noite fria.

Depois de algumas caçoadas
M'entreveraram num jogo,
Senti quentura de fogo
Escutei umas trovoadas.
Até pelearam por nada
Pois quando veio a visão
Já tinha um morto no chão
Num ambiente
fumacento
E todo mundo ali dentro
Com uma adaga na mão.

- Aonde estou? - Mas que diacho!
Era um salão sem janela!
O teto?! Uma gamela
Assim, de boca pra baixo.
Passando os olhos, num facho,
Vi que não era normal.
Não tinha prenda, e o pessoal
Era "loco" por fogão
Pois todos, sem exceção,
Tinham, atado, um avental.

Pensei em "
frouxá" o garrão,
Em fugir, abrir o pala,
Mas lá por fora da sala
Tinha um outro guardião.
Devia ser garanhão
Lhe chamavam o
Cobridor.
Eu sentia o batedor
Pulsando no peito aberto
E ainda tinha um Experto
Se rindo do meu pavor.

Meu nome foi aprovado,
Sentei e fiquei bombeando...
Um xiru entrou rengueando
Tal qual tivesse baleado!
É que chegou atrasado
I'era esta a penitência.
Andejei por mil querências
E não vi nestas cruzadas
Uma gente tão educada
E com tanta reverência.

E o Patrão "tava" elegante
Com um
brazão sobre o peito
E pra manter o respeito
Tinha até dois Vigilantes.
Não gostei por uns instantes
Dos cochichos que um fazia:
Vinha do palco e trazia
Pra um outro cochichador.
E o gaiteiro, o tocador,
Era um Mestre de Harmonia.
Um não parava sentado,
Sempre palmeando uma lança,
Outro vinha na esperança
De arrecadar uns trocados.
C'um saco, meio de lado,
Em
zigue-zague na sala.
Tudo apartado por alas
E cada qual em seu posto
E lhes digo: me deu gosto
De ouvir o Xiru das Falas.

Duas
tronqueiras na entrada,
Laço
enosado por cima,
Luz fraca de lamparina,
Cadeira "tudo" estofada.
Eu senti que aquela indiada
Mãos nos joelhos, braços retos,
Tinham um carinho, um afeto,
Por aquela construção.
Quem estruturou o galpão
Por certo é um Grande Arquiteto!

Eu fui ficando a vontade
Porque vi neste ambiente
Que o Olho Onividente
É um guia pra humanidade.
Ali eu vi que a igualdade
Tem valor e tem sentido.
Que homens esclarecidos
Tendo força e união
Podem estender as mãos
Pra este mundo sofrido.

Esta é minha sociedade
De ritos, simbologias,
Que busca no dia-a-dia
Padrões de moralidade.
Não é qualquer entidade
Q'eu sou tratado de irmão
Onde raça ou religião
Não é o que mais importa,
Onde, com três batidas na porta,
S'encontra a luz da razão.

 

 

Carta de um profano a outro

 

Zé,

Priciso ti contá esta história.

Tava eu numa
noite dessas procurando uma loja de coisas da tua profissão prá comprá o seu presente de Natal, quando encontrei um predião que me apontaram, tudo aceso, cheio de gente. Eta turma boa.

Perguntei: “Aqui é loja de pedreiros?”- Invés de resposta, só foi abraço. Descobriram logo que sou mecânico, Zé, porque todo mundo me perguntava onde ficava a minha oficina.

Lojona bonita
aquela, com quadros, tapetes, ventiladores, até livro de visitas tinha que assiná. Gozado, com aquele calorão doido, queriam saber quantos graus estava fazendo e não tinha termômetro. Devia tá mais de 30, então “carquei” lá no livrão: 33. Acho que acertei na mosca, porque todo mundo me abraçava bastante.

Depois todo mundo entrou pro salão onde tava as mercadorias. Tinha cuié de pedreiro, prumo, nível, esquadro, alavanca, compasso, régua, até pedra. Tinha também mesas e cadeiras que não acabava mais. Acho que algumas dessas mesas tava com o tampo solto porque os caras pegaram uns martelinhos e começaram a batê. Até a porta devia está emperrada, porque um sujeito começou a batê com o cabo de um espeto.

Depois pensei que um indivíduo lá era cego. Perguntou onde sentava fulano…, onde sentava o sicrano…, queria saber que horas eram…, coitado! Teve um espírito de porco que falou prá ele que era meio-dia em ponto. E não é que ele acreditou!

Depois outro sujeito foi perto dele e começaram a cochichar aqui e ali. Um deles reclamou de um tal de Arão que fez um estrago com óleo. Disse que derramou na cabeça, na barba e no vestido de uma tal de Dona Orla. Confirmei qie o cara era cego porque ele falou que a loja tava aberta e então olhei e vi que tava fechada. Nessa hora notei que até lá você era conhecido. Sentiram sua falta e começaram a perguntar: “e o Zé?, e o Zé?, e o Zé?”.

Depois aguentei um tempão um sujeito falá umas baboseiras que não entendí nada e, até que enfim, mandaram fazer as propostas. Veio outro sujeito recolher elas com saquinho e então mandei a minha: dava cinqüenta mangos naquela corda pindurada lá em cima, toda enroscada.

Sabe? O cara
tava se fazendo mesmo de cego. Ele leu a minha proposta e não disse nada. Acho que fui munheca demais. Aí inventaram que estava chovendo, que tinha goteira na loja e acabaram me pondo prá fora.

Tá certo, Zé, era justo, era perfeito. Mas se acharam pouco o valor que eu escreví, bem que podiam fazer uma contraproposta, não acha?

 

 

 

QUE ESTRANHA SAUDAÇÃO!
 

O irmão Valter, que sucedeu a Muhamad, teve mais sorte. Exerceu o Mestrado de Cerimônias por quase uma sessão inteira. Ele tinha um horrível cacoete: piscava ambos os olhos, várias vezes seguidas e com bastante força. Era um excelente ritualista e deu um “show” na prática.

Após transcorridos todos os procedimentos, Valter levou os neófitos para a Sala dos PP.’. PP.’. para os recompor e ministrar-lhes os ensinamentos de como adentrar ao Templo.

Aberta a porta, os três novos Aprendizes marcharam corretamente, saudaram ritualisticamente e as Luzes receberam piscadelas de montão, de todos eles.
 

O ENGANO
 

Após a sessão de iniciação do irmão Manoel, o ágape estava tão festivo que durou até bem tarde da noite. Por isso, Neco, assim apelidado por sua esposa, quando chegou em casa o relógio marcava duas horas da madrugada.

Numa espécie de código, quando Neco queria dormir até mais tarde, deixava um bilhete para a sua querida Solange.

E foi o que fez antes de ir se deitar.

Colocou-o no criado-mudo, junto com o embrulho que deviria conter um par de luvas, que o Venerável Mestre lhe entregara, com a recomendação de que deveria oferecer àquela que mais estima.

Aconteceu, entretanto, que o irmão Arquiteto, encarregado de adquirir todos os itens para a sessão, foi às pressas para o bazar de armarinhos, e a moça encarregada do pacote confundiu-se, e entregou um embrulho contendo uma calcinha, ao invés de um par de luvas.

O pacote estava tão bonitinho que ninguém ousou abri-lo.

E assim estava escrito o bilhete do Neco:

“Querida Solange: Passei por um cerimonial maravilhoso. Todos os irmãos são muito legais. Até pediram que lhe entregasse este presente. Eles sabem que você, assim como a maioria das mulheres, não tem mais o costume de usar, mas é um
hábito antigo de assim presentear. Se não for do seu tamanho, não liga não. Será ainda melhor: os dedos ficarão mais à vontade. Beijos do seu Neco”.

 

MUDANÇA DE LÂMPADA

Q: Quantos maçons se necessitam para trocar uma lâmpada?
R: Não se pode dizer. É segredo!

 

QUÓRUM MÍNIMO EXIGIDO PARA MUDAR AS LÂMPADAS

Quantos maçons são necessários para mudar uma lâmpada?
São necessários 21:

2 para queixar-se que o foco não funciona.
1 para passar o problema a uma comissão, o Conselho ou ao Venerável Mestre.
3 para estudar a luz na Loja.
2 para avaliar o tipo de luz utilizada pelo outro rito.
3 para questionar isso.
5 para planejar um jantar de comemoração da mudança da lâmpada.
1 para emprestar uma escada, doar o foco e instalar.
1 para ordenar uma praca recordatoria e fazer colocar.
2 para reclamar de que “esta não é a forma de antes.”
1 para dizer que o novo foco é irregular.

 

TRIÂNGULO PARA UM FOCO

Quantos maçons são obrigados para mudar uma lâmpada?

Três:

Um para parafusar;
Um segundo para ler uma Prancha sobre o mérito da anterior lâmpada;
Um terceiro para se queixar de que essa não é a forma de parafusar uma lâmpada no Rito Escocês Antigo e Aceito.

 

CRIANÇA CURIOSA

Em um funeral de um conhecido Maçom, que foi realizado no cemitério, o Cerimonial de Honras Fúnebres Maçônicas, todos os participantes eram maçons com Aventais decorados com luto do  3 º Grau.

Entretanto, uma criança de 8 anos, se recusou a deixar o local como queria sua mãe, chamando a atenção de todos.
Gritadas, com ênfase:

- “Mãe!” Deixa-me! Não vê que está indo para enterrar um pirata. ”

 

PRINCIPIO CRIADOR

Em uma Loja se iniciada um novo Maçom.
O Venerável Mestre indica ao 2º Diácono indagar sobre se o candidato acreditava em um Princípio Criador, ao qual ele respondeu após suas missões:

-Venerável Mestre, o candidato diz que não acredita.

Volvei a perguntar – Querido Irmão Experto. Insistiu o Venerável Mestre.

- (Após entrar e sair) Venerável Mestre, diz que não acredita.

- Querido Irmão 2º Diácono (abrindo os olhos), por favor, pergunta bem.

- (Depois de re-entradas e saídas) Venerável Mestre, o candidato diz definitivamente que não acredita.

Em seguida, o Venerável Mestre chama ao Diácono ao seu lado e, em seguida explica a situação ao ouvido, a quantidade e qualidade dos convidados e os preparativos para a mastigação, pede-lhe para resolver o problema da melhor forma possível.

O Experto sai novamente uma e outra vez, ao tempo orgulhoso volta e anunciou em voz alta:

- Venerável Mestre, o candidato já acredita!

 

QUEM VAI!

Aconteceu no início uma cerimônia de Iniciação, na qual se iniciava um sobrinho do 2º Vig.’. da Loja:

2º Vig.’. –Quem vem ai!
Candidato: – Sou eu Tio!

 

GADU

Este foi um Maçom que gostava medalhas e vestido com grande pompa, com avental e colares coloridos vistosos, botões relativos aos Graus e Ritos, medalhas Maçônicas recebidas ao longo de sua vida maçônica, onde fundou varias Lojas, etc.

Numa ocasião, após uma longa ausência, ele visitou uma Loja na sua cidade, com tão má sorte que chegou após o início dos trabalhos. Bateu com a bateria do primeiro grau, e ao sair o Oficial (um muito jovem Maçom que não o conhecia), para ver quem estava tocando, ele ficou impressionado com o majestoso vestuário.

Ao voltar, para notificar a chegada de um irmão importante, anunciou muito vaidoso:

Venerável Mestre e Queridos Irmãos todos, no pórtico do Templo se encontra um Querido Irmão Maçom que a julgar pelos paramentos que traz deve ser o Grande Arquiteto do Universo.

 

PONTO DE VISTA

A esposa de um maçom ao momento de vê-lo sair para seu Aumento de Salário:

-Você diz que você está indo para a Loja para um Aumento Salário, mas vendo o que você gastou, acho que está indo para uma diminuição do Salário.

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Não sei ler, nem escrever; porem, pelo menos deveria saber que hora é…

 

 

CARIDADE

Um carteiro, em seu caminho, apanhou uma carta dirigida a Deus. Vendo que ela estava fechada e não tinha selo, abri-la e lê-la.

Era um homem que estava tendo um tempo difícil e pediu a Deus por ajuda. A carta pedia US$ 5.000 para a família de ele passar a semana. O carteiro, que era um maçom, aproveitou a carta e levou para a Loja naquela noite, leia-o e pediu doações.

Os maçons, querendo ajudar, fizeram uma recolha e recolhido US$ 2500. O secretário colocou o dinheiro em um envelope da Loja e deu-a ao carteiro que envio no dia seguinte.

Passou um par de dias, o carteiro novamente encontrou um envelope sem fechar na caixa de correio endereçado a Deus. Mais uma vez, abriu o envelope para ler a carta, que agradecia a Deus pelo dinheiro, mas pediu que a próxima vez fizesse o envio por outra empresa de correios, porque os maçons tinham ficado com metade do pedido.

 

FRATERNIDADE

Um médico e um encanador na mesma Loja.
No domingo de manhã, o médico acordou com banheiro entupido, então chama o encanador, que lhe disse: ‘mas eu não trabalho aos domingos. Não pôde esperar até amanhã? “

O médico disse: “Também não gosto de trabalhar aos domingos, mas se você esta em apuros e se sinta mal, irmão, eu acudiria para ajudar.
“ OK”, disse o encanador veio e onde o médico imediatamente, uma vez que eles foram ao banheiro; tirou duas aspirinas de seu bolso e jogou-as no vaso sanitário.

“Já esta, disse ele, se não melhorar chama-me de novo amanhã que acudirei imediatamente.”

 

SIGILO

Um homem estava caminhando através do parque em sua área quando percebeu que no estádio tinha uma furiosa briga.

- O que está acontecendo? Pergunta a um espectador que estava assistindo.

É um jogo entre duas Lojas.

-Ahh… disse o homem. E como está o placar?

Eu não sei, disse o outro é um segredo que os jogadores juraram guardar.

 

ESTUDO

Um velho Maçom, em sua casa enquanto visitava um irmão recém-iniciado, a esposa levou-o para um lado e lhe disse que seu marido havia começado a agir de uma forma que é estranho desde a adesão à Ordem.

«Se trancada no banheiro por horas e termina murmurando com o seu livro azul” foi a explicação.

Quando noite caiu, na Loja lhe perguntou como tudo correu. “Ah, bem,” ele respondeu.

Em seguida perguntou sobre seu comportamento e se houve alguma coisa com que se preocupar. ‘Não’ respondeu ele. Então, por que ler o livro azul? “É o único espaço que tenho com piso de mosaicos para andar. ‘Respondeu.

 

AS PORTAS DO CÉU

Um velho Maçom, homem cansado, cujo cabelo estava branco, chegou às portas do céu um dia.

Quando perguntado o que fez na terra. Respondeu que o seu papel era o de oferecer os brindes da Loja a que pertencia.

São Pedro disse-lhe então. Enquanto chacoalhava o sino “passa e entra, Irmão, você está muito cansado do inferno…”

 

PARAMENTOS

João e Miguel dois Maçons, dos que gostam de ter seus próprios paramentos e não depender dos de sua Loja. Em uma ocasião, quando ao colocar para os trabalhos de sua Loja, saiu da caixa de João, um par de meias de seda femininas.

Miguel surpreso observou:

-Pergunto-lhe, João, o que fazem essas coisas aqui…

João teve um olhar e sussurrou:

Lembre-se dos trabalhos no ano passado? Miguel sim e João continuou: “Não diga a ninguém, mas eu parei de ir para casa em um bar onde eu conheci uma bela moça.

Parece que ela esqueceu suas meias no carro e minha mulher as encontrou. Disse-lhe que era porque eu tinha sido Elevado a um grau Superior na Maçonaria, e desde então ela sempre as guarda na minha casa junto com minhas luvas.

 

NO CÉU

Dizem que um maçom, Mestre de sua Loja, chegou ao céu e se reuniu com São Pedro, a quem ele o identificou como um membro da Ordem.

Ele perguntou:

- De que Loja?

Orgulhosamente, ele respondeu: “OBREIROS DE IRAJÁ Nº: 1068″.
São Pedro, em seguida, o levou para a Sala dos Relógios maçônicos.

O Mestre, atordoado, olhou ao redor.

A sala estava cheia de relógios, cada um com o nome de uma Loja em uma placa de prata. O estranho é que cada um deles dava horas diferente. Perguntou, então, por que, e São Pedro informou a ele que as agulhas de cada relógio são movidas apenas quando alguém do Loja cometia um erro no ritual.

O Mestre perguntou, então, onde estava o relógio de sua Loja, para o que São Pedro respondeu:

Ah… Esta na cozinha.

- Na cozinha? Por quê?

Porque o usamos de ventilador.

 

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Dedicado aos Irmãos que não querem deixar de fumar

 

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Sr. Elias tem problema na coluna…
B ou J doutor?

 

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Chamado… Ou identificação?

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O SEGREDO MAÇÔNICO
AGGGGGGG!!!!! Pelo menos deveriam de dizer com por os .’. (três pontos) no Word!

 

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A maior virtude de um maçom é a HUMILDADE, o respeito pelo Irmão J.’. B.’.

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Venerável Mestre, uma Irmã pede ingresso ao templo…


 

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Boas vindas aos Novos Irmãos aprendizes!

 

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O 13º Signo do Maçom.

Este signo é evidentemente diabólico, porem reflete o que os maçons pensamos sobre as acusações de conspiração das lojas para dominar o mundo…

 

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Que idade tem?
Três, Cinco, Sete, Quéeeee!

Já tenho mais…?

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Daime a palavra de passe!

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Diferença de Ritos


 

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Câmara de Reflexão

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Sabedoria; Força e Beleza

 

“OS TRABALHOS”

Morre um Irmão e quando chegou ao Oriente Eterno na porta, era último da fila, o porteiro lhe perguntou:

- Qual a religião profetizaste em vida?
Batista, lhe respondeu, passa pelo portão 1

Passou o segundo, a mesma pergunta:
- Judeu, ele respondeu, passe pela porta 5

Passou ao terceiro, e a mesma pergunta:
- Católico, ele respondeu, vá até a porta 666

Foi a vez o Irmão, e perguntou-lhe a mesma coisa:
Ele respondeu: Não posso lhe responder qual a minha religião, eu sou Maçom,
PASSE IRMÃO JÁ ESTA A PARA COMENÇAREM OS TRABALHOS!!!

 

OS MAÇONS

Umas pessoas queriam espiar aos maçons e introduziu uma câmera espia e uns microfones no interior do Templo.

Eles disseram: agora saberemos os mistérios inerentes à maçonaria.

 

Dias depois de uma extensa espionagem concluiu o relatório:
1.- Os maçons não têm a idade que diz que eles têm.
2.- Os maçons sempre estão errado quando lhes perguntam que horas são.
3.- Os maçons dizem que estão indo para o trabalho e nunca trabalham na Loja.

Conclusão: “Os maçons são todos loucos.”

E neguem!

 

INICIAÇÃO

“Aconteceu na Sala dos Passos Perdidos.

Um profano que tinha sido convidado para ser iniciado maçom. Foi que á chegada á Loja, choveu muito, no estacionamento estava completamente alagado, o nosso amigo para sair do seu carro, se arregaçou as calças até o joelho, e entrou no átrio da Loja, muito nervoso não teve conhecimento da estranha situação de sua calça, depois de um tempo, um homem o aborda e diz passe por aqui, que vamos a iniciar, mais, por favor, desça as calças – nosso amigo a iniciar-se alarmado e demasiado  nervoso ele diz no pensamento -  tudo menos isto de que para me iniciar tenha que abaixar as calças!

 

O SOTAQUE DO IRMÃO LIBANÊS

O irmão Muhamad foi escolhido para Mestre de Cerimônias. Sua atuação foi curtíssima, talvez uns dois minutos. A loja estava lotada, pronta para começar os trabalhos de uma Sessão Magna de Iniciação.

Muhamad tomou o bastão, foi para entre colunas, estufou o peito e proclamou:

- “Venerável Mestre, da Augusta e Resbeitável Loja Bartidários da Esberança acha-se combosta e aguarda vossas ordens!”

 

QUE ESTRANHA SAUDAÇÃO!

O irmão Valter, que sucedeu a Muhamad, teve mais sorte. Exerceu o Mestrado de Cerimônias por quase uma sessão inteira. Ele tinha um horrível cacoete: piscava ambos os olhos, várias vezes seguidas e com bastante força. Era um excelente ritualista e deu um “show” na prática.

Depois de transcorridos todos os procedimentos, Valter levou os neófitos para a Sala dos Passos Perdidos, para recompô-los e ministrar-lhes os ensinamentos de como adentrar ao Templo.

Aberta a porta, os três novos Aprendizes marcharam corretamente, saudaram ritualisticamente e as Luzes receberam piscadelas de montão, de todos eles.

 

O ENGANO

Após a sessão de iniciação dos irmãos Alexandre e Rogerio, o ágape estava tão festivo que durou até bem tarde da noite. Por isso, Xandi, assim apelidado pola sua mãe, quando chegou em casa o relógio marcava duas horas da madrugada.
Numa espécie de código, quando Xandi queria dormir até mais tarde, deixava um bilhete para a sua querida Mãe.

E foi o que fez antes de ir se deitar.

Colocou-o no criado-mudo, junto com o embrulho que deviria conter um par de luvas, que o Venerável Mestre lhe entregara, com a recomendação de que deveria oferecer àquela que mais estima.

Aconteceu, entretanto, que o irmão Arquiteto, encarregado de adquirir todos os itens para a sessão, foi às pressas para o bazar de armarinhos, e a moça encarregada do pacote confundiu-se, e entregou um embrulho contendo uma calcinha, ao invés de um par de luvas.

O pacote estava tão bonitinho que ninguém ousou abri-lo.
E assim estava escrito o bilhete do Xandi:

“Querida mãe: Passei por um cerimonial maravilhoso. Todos os irmãos são muito legais.

Até pediram que lhe entregasse este presente. Eles sabem que você, assim como a maioria das mulheres, não tem mais o costume de usar, mas é um hábito antigo de assim presentear. Se não for do seu tamanho, não liga não. Será ainda melhor: os dedos ficarão mais à vontade. Beijos do seu Xandi”.

 

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GRIPE


SERENIDADE

Em uma ocasião, depois de uma elegante Iniciação que se prolongou até a meia noite, um Irmão Maçom, vestido com smoking caminho solo e despreocupado ao local onde estava estacionado seu carro. Ao passar pela porta do cemitério, um assaltante saiu de pronto de uns arbustos com uma faca na mão e pergunto e ameaçante:

-¿a você não dá medo passar por aqui a estas horas?

A resposta serena do Maçom no se fez esperar:
- A verdade é que quando estava vivo sim tinha medo.

 

O TELHADOR

O Telhador: ¿É você um Maçom Regular?

O Irmão visitante:

Não, Irmão!!!

Os Maçons Regulares são outros.

Eu sou dos bons.

 

SUSTO

Faz alguns anos, em uma Iniciação de dois candidatos, um Maçom brincalião lança dentro de um poço de água uma grande pedra gritando:

- Irmão, eu já joguei o meu, agora e o teu.

- Naturalmente, os dois candidatos apanharam suas coisas e não voltaram até hoje.

 

CÚMULO

Qual é o cumulo de um Irmão Maçom?
R= Que sua mulher ande nos Passos Perdidos

 

BÊBADO

Um homem anda pela rua, muito tarde na noite e muito bêbado.

Um policial o pára e pergunta-lhe se a onde vai nestas condições.
O bêbado responde:

Oficial, eshtouu indo a uma shaaasrla que acontece na Mashoonería e a sua importância para a família…

O polícia então pergunta:

Bem, mas quem pode interessar uma palestra semelhante a esta hora da noite?
- A minha mulher… quando scheegue em cashaaa!…

 

DEMOCRACIA

Um irmão de uma Loja é hospitalizado. Uma Comissão reúne na Loja para discutir a questão e concordou em enviar uma carta ao irmão, ao hospital, melhoras em breve.

O secretário, um irmão muito consciencioso, escreve a seguinte nota:

“A Comissão decidiu manifestar-te, querido irmão, seus sinceros desejos de uma rápida e completa melhora.

“Seis votos favoráveis, três contra e uma abstenção.”

 

GENTE

Uma Loja trabalhando em um quarto de hotel, devido à falta de um local para seu templo.

Uma noite, um viajante que estava hospedado no hotel perguntou ao funcionário, sobre os senhores que lá estavam tão calmamente recolhidos naquela sala.

O empregado respondeu:
Ah, esses são os maçons.

O viajante disse:

- Ah, eu sempre quis entrar para a maçonaria. Será que me aceitam?

- “Eu não penso assim”, disse o funcionário. Eles são demasiado exclusivos.

Você pode ver aquele pobre homem na porta do quarto com a espada em sua mão?
Ele tem vindo a insistir na porta por seis meses e ainda não lhe permitem entrar.

 

SUSPEITO

Um Companheiro Maçom se dirige ao Grão Mestre no dia seguinte do seu Aumento de Salário:

- Mui Respeitável Grão Mestre; vem a falar com você um assunto que sucedeu ontem e que não me ha deixado dormir. Um Irmão, Grão de Mestre, deixou entrever que a mim se me tinha como suspeito, e não aclararam de que diabos eu sou suspeito. Na minha vida não tenho roubado nada!! E sim da Loja se perdeu algo, a mim me fazem o favor de tirar-me do problema.

Eu poderei ser novo entre vocês e vocês, podem não me conhecer ainda bem, porem:
Exijo respeito!!!.

 

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O VELHO

Justo no momento de inicio dos trabalhos, um ancião disse ao 2º Vigilante: “Tenho vindo hoje a receber meu 2º grau”…

Bom. Todos olharam ao homem e pedem uma explicação.

“Fui iniciado em 4 de julho de 1922. Já estou pronto para meu 2º grau”.

Procuram nos registros da Loja e encontram seu nome. Realmente foi iniciado mesmo em 4 de Julho de 1922.

“E por onde hás estado todo este tempo”. “Que tens demorado tanto para receber teu 2º grau?”

E ele responde: “Tenho estado apreendendo a dominar minhas paixões!”

 

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E agora já vês a estrela?

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Em caso que me necessitem, estou na ilha de Holbox…

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Venerável Mestre.
O Irmão Canasanova, pede a palavra!
Bom isso acreditou.

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Se Hiram tivesse sido Mestre Shaolim…
- Bom. E a lenda?

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Umas merecidas ferias…

Em certa cidade muito populosa um sacerdote excomunga em sua missa de Domingo, ao Diretor de um Jornal local por ser maçom.
Em sua edição semanal, o Jornal publica que a maçonaria expulsou de suas filas ao sacerdote.
Este fervendo de raiva inquire ao Jornalista, dizendo que não podem expulsar-lo da Loja, porque ele nunca foi maçom, ao que o Jornalista responde que ele como sacerdote, não poderia excomungar, porque nunca foi católico.

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Excomungar

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O risco que se corre nos trabalhos ao ar livre…
Ele sim que viu bem a Luz!!!